Crédito consolidado com hipoteca: vantagens, riscos e como funciona
Crédito consolidado com hipoteca: vantagens, riscos e como funciona
Crédito consolidado com hipoteca: vantagens, riscos e como funciona

Crédito consolidado com hipoteca: vantagens, riscos e como funciona

27/08/2026

O crédito consolidado com hipoteca afirma-se como uma das estratégias mais resolutivas para atenuar o peso das responsabilidades mensais em Portugal. Ao apresentar um imóvel como garantia, o consumidor consegue aceder a condições substancialmente mais benéficas do que na modalidade de consolidação tradicional ao consumo, beneficiando de taxas de juro próximas das do crédito habitação e de períodos de amortização significativamente mais extensos.

Este artigo detalha a definição do produto, o seu funcionamento prático, as vantagens e os riscos envolvidos, bem como os cenários em que esta opção se revela mais vantajosa.

Sumário

    O que é o crédito consolidado com hipoteca?

    O crédito consolidado com hipoteca é uma solução financeira de agrupamento de dívidas na qual o proponente oferece um bem imóvel como garantia real à instituição bancária. Esta salvaguarda permite que a entidade financiadora assuma um nível de risco inferior, o que possibilita a oferta de condições muito superiores às encontradas na consolidação sem garantias.

    Na prática, todos os financiamentos em curso (desde créditos pessoais e cartões de crédito até ao financiamento automóvel ou o próprio crédito habitação) são liquidados e substituídos por um contrato único. Este novo compromisso caracteriza-se por uma prestação mensal reduzida e uma TAEG consideravelmente mais baixa.

    Crédito consolidado com hipoteca vs. sem hipoteca

    É fundamental compreender as distinções técnicas entre as duas vias de consolidação disponíveis no mercado nacional:

    CaracterísticaSem hipotecaCom hipoteca
    Garantia exigidaNenhumaImóvel próprio
    TAEG de referênciaAté 15,6%*Entre 4% e 5%*
    Prazo máximo habitualAté 10 anosAté 25 a 30 anos
    Montantes financiadosMais limitadosMais elevados
    ProcessoMais rápidoMais demorado
    Risco para o titularMais baixoMais elevado

    *Valores aproximados com base nas referências de mercado atuais. Sujeitos a alteração.

    Enquanto as taxas de um cartão de crédito podem atingir uma TAEG próxima dos 19% e um crédito pessoal os 15,6%, o consolidado com hipoteca utiliza indexantes próximos do crédito imobiliário, situando-se atualmente entre os 4% e os 5% (valores médios de mercado).

    Vantagens do crédito consolidado com hipoteca

    Taxas de juro muito mais baixas

    O principal atrativo da consolidação com garantia hipotecária é a obtenção de taxas de juro muito inferiores às do crédito ao consumo. A transição de uma TAEG de 15% para um intervalo entre 4% e 5% reflete uma poupança de juros drástica ao longo da vigência do contrato.

    Redução substancial da prestação mensal

    Ao unificar diversos créditos de custo elevado num contrato hipotecário, o decréscimo da mensalidade pode oscilar entre 40% e 60% face ao total pago anteriormente (valor variável consoante o perfil). Esta libertação de rendimento disponível no orçamento familiar é, frequentemente, o fator que permite evitar o sobreendividamento.

    Prazo de pagamento mais alargado

    Esta modalidade admite períodos de reembolso muito mais longos do que a consolidação ao consumo. Dependendo da idade dos titulares e da política bancária, o contrato pode estender-se até aos 30 anos, o que impacta diretamente na redução do encargo mensal. Contudo, deve notar-se que um prazo maior implica o pagamento de juros por mais tempo, sendo essencial analisar o MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor).

    Possibilidade de liquidez adicional

    Desde que a avaliação do imóvel e a solvabilidade do agregado o permitam, existe a hipótese de solicitar um montante adicional no momento da consolidação. Este valor pode financiar projetos como renovações domésticas ou a substituição de veículo sem que a prestação mensal sofra um aumento desproporcional.

    Simplificação da gestão financeira

    A substituição de múltiplos débitos, com calendários e custos distintos, por um pagamento único mensal com data fixa otimiza a organização financeira. Esta clareza reduz a probabilidade de esquecimentos e facilita o controlo rigoroso das despesas.

    Desvantagens e riscos a considerar

    Risco de perda do imóvel

    O aspeto mais crítico deste produto é a garantia associada. Diferente da consolidação ao consumo, em que o património imobiliário não está diretamente vinculado, nesta opção o incumprimento prolongado pode levar à execução da hipoteca pela instituição bancária, culminando na perda da habitação.

    Custos de formalização mais elevados

    A estruturação de uma hipoteca acarreta despesas que não existem no crédito ao consumo: custos de avaliação do imóvel, celebração de escritura pública, atos de registo e imposto de selo. Estes valores devem ser integrados na análise do custo global da operação.

    Prazo mais longo pode significar mais juros no total

    Apesar de a mensalidade ser mais acessível, o prolongamento do prazo de amortização pode elevar o montante total de juros pagos ao banco. A verificação do MTIC é, por isso, indispensável para confirmar se a poupança imediata justifica o custo total do crédito a longo prazo.

    Exemplo prático: a família Rocha

    A Ana e o David acumulavam quatro contratos de crédito, totalizando um passivo de 21.000 euros. Com rendimentos líquidos de 1.450 euros, a taxa de esforço atingia os 70%, sobrando apenas 480 euros mensais para as despesas correntes. Após optarem pela consolidação com hipoteca, e incluindo um reforço de 4.000 euros para necessidades urgentes, a nova mensalidade fixou-se nos 400 euros. Esta mudança permitiu recuperar o equilíbrio financeiro e a estabilidade do agregado.

    Segunda hipoteca: o que é e em que se distingue da consolidação com hipoteca

    O termo “segunda hipoteca” é frequentemente usado como sinónimo de crédito consolidado com hipoteca, mas na prática designa um conceito mais abrangente. Uma segunda hipoteca é um novo crédito garantido por um imóvel que já tem uma hipoteca associada, normalmente ligada ao crédito habitação em curso. O banco avalia o valor atual do imóvel e a margem existente entre esse valor e o montante ainda em dívida, para determinar quanto pode emprestar adicionalmente.

    Esta operação pode servir várias finalidades, e a consolidação de créditos é apenas uma delas. É também comum recorrer-se a uma segunda hipoteca para financiar obras de renovação, ajudar um filho a comprar casa ou obter liquidez para um negócio próprio.

    Tal como na consolidação com hipoteca, aplicam-se as regras do Banco de Portugal:

    • O LTV (rácio entre o total financiado e o valor do imóvel, incluindo a nova hipoteca) tem de ser igual ou inferior a 80%.
    • A taxa de esforço do agregado, após a aprovação do novo financiamento, não pode ultrapassar os 50%.
    • O histórico de crédito do proponente é analisado, sendo praticamente inviável obter uma segunda hipoteca com incidentes bancários ativos.

    Quando o objetivo específico é agrupar dívidas existentes num único contrato, está-se perante uma das aplicações mais comuns da segunda hipoteca: o crédito consolidado com hipoteca.

    Quando faz sentido optar pela consolidação com hipoteca

    Esta solução revela-se habitualmente como a mais adequada quando se verificam os seguintes pressupostos:

    • O volume total de dívida é elevado (habitualmente acima de 30.000 a 40.000 euros), tornando a consolidação comum insuficiente para gerar o alívio necessário.
    • A taxa de esforço ultrapassa os 40% ou 50% do rendimento mensal e pretende-se uma redução estrutural desse peso.
    • O portfólio de dívidas inclui cartões de crédito ou linhas de crédito com taxas muito penalizadoras.
    • O consumidor é detentor de um imóvel com capital disponível e mantém um historial bancário sem registos de incumprimento.
    • O custo total da operação, incluindo os gastos de formalização, é compensado pela poupança mensal gerada.

    Como fazer um crédito consolidado com hipoteca

    O percurso para esta consolidação é mais complexo do que o do crédito ao consumo, exigindo a avaliação do bem e a formalização notarial. As fases principais incluem:

    1. Simulação Inicial: Realização de um estudo gratuito junto de um intermediário de crédito para aferir o potencial de poupança.
    2. Reunião de Documentação: Preparação do dossier que inclui identificação, comprovativos de rendimento (IRS e recibos), Mapa de Responsabilidades do Banco de Portugal e documentos do imóvel (certidão permanente e caderneta predial).
    3. Análise e Aprovação: A instituição financeira avalia o risco e o valor do imóvel. Após a aprovação, os créditos antigos são liquidados e o novo contrato é celebrado mediante escritura.
    4. Consulta da FINE: Antes da assinatura, é obrigatória a leitura da Ficha de Informação Normalizada Europeia, que detalha todas as cláusulas e custos da operação.

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    Para quem detém um imóvel próprio e lida com o peso de múltiplos financiamentos, esta solução pode ser o mecanismo ideal para restaurar a saúde financeira. A e-loan Soluções Financeiras, como intermediária de crédito registada no Banco de Portugal, analisa cada situação de forma personalizada para apresentar as propostas mais competitivas do mercado.

    A simulação é gratuita e a equipa técnica fornece uma resposta em menos de 24 horas úteis.

    Nota: Os indicadores de TAEG e poupança referidos são estimativas baseadas nas condições atuais de mercado. As condições finais dependem da análise de cada perfil e da instituição financeira envolvida.

    Descubra mais artigos no blog da e-loan – As Minhas finanças.

    e-loan Soluções Financeiras é um intermediário de crédito registado no Banco de Portugal com o número 0001398.

    Simulação de pedido de Transferência de Crédito Habitação
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    INTRODUÇÃO

    O website e-loan é propriedade da Easyfinance, Lda com sede em Paço de Arcos, na Rua Armando Cortez, n 1, 5ºB, código postal: 2770-233, Paço de Arcos, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, sob o número de matrícula e de Pessoa Coletiva 510 606 172. A Easyfinance, Lda exerce a acividade de intermediação de crédito e a atividade de serviços de consultoria. Encontra-se registada junto do Banco de Portugal, e está sob a sua supervisão, no Regime Jurídico dos Intermediários de Crédito Vinculado e de Serviços de Consultoria, sob o número 1398.

     

    Easyfinance quer que se sinta familiarizado com a forma como os seus dados são recolhidos, utilizados e comunicados a terceiros pois a sua privacidade e a proteção da mesma é fulcral para a manutenção de uma relação de confiança. Assim os dados recolhidos correspondem a dados que são fornecidos pelos próprios Clientes mediante o preenchimento de formulários online, como será o caso do simulador de crédito consolidado, por forma a dar seguimento aos pedidos efetuados através do website e-loan®, a Easyfinance assegura que o seu tratamento é feito de acordo com as regras de proteção da privacidade emergentes do Regulamento (UE) 2016/679 e da Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto, que assegura a sua execução na ordem jurídica nacional, e demais legislação nacional aplicável, bem como de acordo com os deveres de confidencialidade a que a Easyfinance se encontra sujeito nos termos do Regime Jurídico dos Intermediários de Crédito (artigo 3.º, n.º 1 do Decreto-Lei n.º 81-C/2017, de 7 de julho).

     

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    TIPO DE DADOS TRATADOS

     

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    DADOS PESSOAIS OBRIGATÓRIOS

     

    Nos termos da Lei de Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo o estabelecimento de uma qualquer relação de negócio, como por exemplo no decorrer da  relação comercial entre o cliente e a Easyfinance para efeitos de obrigações pré-contratuais e e formalização do processo de contratação de uma operação de crédito, estão condicionadas à recolha e tratamento dos seguintes dados de identificação e respetivos comprovativos: (i) nome completo; (ii) assinatura; (iii) data de nascimento; (iv) nacionalidade constante do documento de identificação; (v) tipo, número, data de validade e entidade emitente do documento de identificação; (vi) número de identificação fiscal ou, quando não disponha de número de identificação fiscal, o número equivalente emitido por autoridade estrangeira competente; (vii) profissão e entidade patronal, quando existam; (viii) endereço completo da residência permanente e, quando diverso, do domicílio fiscal; (ix) naturalidade; e (x) outras nacionalidades não constantes do documento de identificação. Por outro lado, a contratação de crédito pelos consumidores, ou seja por pessoas singulares que contratem com objetivos alheios à sua atividade comercial ou profissional, está sujeita, nos termos da lei (Decreto-Lei nº 133/2009 e Decreto –Lei nº 74-A/2017), à prévia avaliação, da solvabilidade do Cliente que solicita crédito. A avaliação da solvabilidade obriga, nos termos do Aviso nº 4/2017, a recolher e tratar, pelo menos, os seguintes dados pessoais dos Clientes: (i) idade e situação profissional do Cliente; (ii) rendimentos auferidos pelo Cliente; (iii) despesas regulares do Cliente; e (iv) cumprimento das obrigações assumidas pelo Cliente noutros contratos de crédito, junto das instituições de crédito.

     

    Sempre que a avaliação da solvabilidade envolva processos de decisão automatizada ou de profiling por parte da Easyfinance ou dos seus parceiros mutuantes, o Cliente será informado dessa circunstância, da lógica subjacente ao processo, bem como do seu direito a solicitar intervenção humana, a manifestar o seu ponto de vista e a contestar a decisão.

     

    DADOS OBTIDOS DE ENTIDADES PARCEIRAS

     

    A Easyfinance obtém dados das entidades parceiras, referentes (i) análise de solvabilidade que é efetuada ao cliente por parte dos parceiros, (ii) dados referentes à pré aprovação do processo (FINE), (iii) dados referentes ao cross-selling, (iv) dados referentes aos seguros, (v) dados referentes à avaliação do imóvel. Quando o processo segue para formalização obtém dados (i) referentes à carta de aprovação (FINE final), (ii) dados referentes à minuta, (iii) dados referentes à data de escritura, (iv) dados referentes ao contrato de crédito.

     

    FINALIDADES DO TRATAMENTO

     

    Os dados pessoais recolhidos são tratados para as seguintes finalidades, com base nas seguintes fundamentações jurídicas previstas no artigo 6.º do RGPD: 

    (a) Gestão das relações comerciais, pré-contratuais, contratuais entre os Clientes particulares e os parceiros financeiros, e a aquisição de seguros de entidades de que a Easyfinance seja o agente; Base jurídica: Execução de um contrato ou diligências pré-contratuais a pedido do titular. 

    (b) A avaliação comercial e/ou de risco de operações de crédito a intermediar; Base jurídica: Execução de um contrato / diligências pré-contratuais e cumprimento de obrigação legal. 

    (c) Ações de Marketing de produtos e/ou serviços através de correio eletrónico, sms, whatsapp, carta ou telemarketing; Base jurídica: Consentimento prévio e explícito do titular, revogável a qualquer momento. 

    (d) O cumprimento de obrigações regulatórias, relacionadas, nomeadamente com a prevenção e controlo da fraude, com o combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo ou com obrigações em matéria fiscal; Base jurídica: Cumprimento de obrigação legal. 

    (e) Ações de recuperação de crédito ou a intervenção em processos de insolvência ou de qualquer outra natureza tendo em vista o exercício ou a defesa dos direitos dos credores ou prestador de serviços financeiros; Base jurídica: Interesse legítimo do responsável pelo tratamento ou de terceiro. 

    (f)  Utilização de cookies para melhorar a navegação nos canais digitais e adequação ao dispositivo que é utilizado (computador ou equipamento móvel) pelo Cliente; Base jurídica: Consentimento prévio (cookies não essenciais) / interesse legítimo (cookies estritamente necessários). 

    (g) Personalização da informação dos Clientes/Utilizadores nos canais digitais; Base jurídica: Consentimento prévio. 

    (h) Gestão de processos que tratam de reclamações; Base jurídica: Cumprimento de obrigação legal e interesse legítimo. 

    (i) Apresentação de propostas comerciais a Potenciais Clientes; Base jurídica: Consentimento prévio. 

    (j) Tratamento e prestação de informação obrigatória e resposta a pedidos das entidades reguladoras (e.g. Banco Central Europeu e Banco de Portugal) no âmbito do cumprimento de obrigações legais em vigor, bem como em resposta a pedidos de autoridades públicas (e.g. Tribunais e Polícia). Base jurídica: Cumprimento de obrigação legal. 

    O envio de comunicações de marketing direto por correio eletrónico, SMS ou telemarketing depende sempre de consentimento prévio e explícito do titular dos dados, o qual pode ser retirado a qualquer momento, de forma simples e gratuita, através dos canais de contacto indicados nesta Política ou da opção de cancelamento disponibilizada em cada comunicação.

     

    CANAIS DIGITAIS E UTILIZAÇÃO DE COOKIES

     

    Conforme já referido, o website e-loan®, procede à recolha e ao tratamento dos dados pessoais necessários à disponibilização e seu funcionamento, garantindo, no entanto, adequados níveis de segurança e de proteção dos dados pessoais dos Clientes/Utilizadores.

     

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    COMUNICAÇÕES ATRAVÉS DE WHATSAPP

     

    Caso o utilizador autorize expressamente, a e-loan poderá utilizar o número de telefone fornecido para entrar em contacto através da aplicação WhatsApp, com o objetivo de prestar informações relacionadas com o seu pedido de crédito, dar seguimento ao processo iniciado ou enviar comunicações relevantes sobre os serviços solicitados.

    O contacto através de WhatsApp apenas será realizado quando o utilizador tiver dado o seu consentimento explícito para esse efeito, nomeadamente através de formulários disponíveis no website ou landing pages.

    O utilizador poderá, a qualquer momento, solicitar a interrupção destas comunicações, bastando indicar essa intenção durante a conversa ou através dos canais de contacto disponibilizados pela e-loan.

     

     

    DESTINATÁRIOS DOS DADOS

     

    A Easyfinance, no âmbito da sua atividade recorre a bancos, instituições de Crédito, empresas de seguros ou outros terceiros por forma a concluir a operação de crédito, ou alternativamente para propor outros serviços que possam ser convenientes aos seus Clientes, com este objectivo e com o consentimento dos Clientes, poderá transferir para esses parceiros comerciais, os dados dos seus Clientes.

     

    Por outro lado, a Easyfinance  estabelece parcerias comerciais com determinadas entidades nos termos das quais são atribuídas vantagens ou benefícios aos seus Clientes, nestes casos e com o prévio consentimento expresso dos Clientes, a Easyfinance poderá transferir para esses parceiros comerciais dados dos seus Clientes com o objetivo destes lhes dirigirem ofertas relacionadas com os produtos/serviços por eles comercializados.

     

    Em qualquer caso, aos Clientes da Easyfinance assiste sempre o direito de retirarem o seu consentimento à transferência dos dados.

     

    A Easyfinance assegura que nestas circunstâncias adota todas as medidas técnicas e organizativas consideradas adequadas de forma a assegurar que as entidades subcontratadas que tenham acesso aos dados são reputadas e oferecem as mais elevadas garantias a este nível, e que garantem o cumprimento da legislação aplicável em matéria de privacidade e proteção dos dados dos Clientes, incluindo no que ao exercício de direitos dos titulares dos dados diz respeito.

     

    Caso alguma das entidades subcontratadas ou parceiras esteja localizada fora do Espaço Económico Europeu, a transferência dos dados só ocorrerá mediante a existência de uma decisão de adequação da Comissão Europeia, a adoção de cláusulas contratuais-tipo aprovadas pela Comissão Europeia, ou outro mecanismo de garantia previsto no Capítulo V do RGPD, sendo o Cliente informado, a seu pedido, sobre as garantias aplicáveis.

     

    PRAZO DE CONSERVAÇÃO DOS DADOS

     

    O tratamento dos dados manter-se-á na medida do necessário para o cumprimento das disposições legais e contratuais aplicáveis, nomeadamente das que decorrem do estabelecimento de relações com os seus Clientes.

     

    Os prazos de conservação dos dados são limitados ao mínimo,  a Easyfinance poderá manter os dados pessoais por um período superior à relação com o Cliente, com base em interesses legítimos que o fundamentem, bem como para fazer face às obrigações legais e regulamentares aplicáveis à Easyfinance ou para defesa em processos judiciais.

     

    Com efeito, terminada a relação comercial, os dados pessoais dos seus clientes manter-se-ão pelo prazo de 7 (sete) anos a contar do termo da relação comercial, nos termos da legislação de combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo, ou por prazo superior enquanto subsistirem obrigações legais, contratuais ou a possibilidade de exercício de direitos em processo judicial, findos os quais os dados serão eliminados ou anonimizados.

     

    DIREITOS DOS TITULARES DE DADOS PESSOAIS

     

    Nos termos da lei aplicável, aos Clientes, titulares de dados pessoais, assistem os seguintes direitos:

     

    (a) Direito de Informação, que consiste no direito dos Clientes em serem informados pela Easyfinance, entre outros aspetos, sobre a finalidade do tratamento dos dados, a quem podem os mesmos ser comunicados, quais os direitos que lhes assistem e em que condições os podem exercer, bem como quais os dados que têm de fornecer obrigatoriamente;

    (b) Direito de Acesso, que consiste no direito dos Clientes de acederem aos respetivos dados pessoais que tenham por si sido fornecidos, sem restrições, sem demoras ou custos excessivos, bem como saber quaisquer informações disponíveis sobre a origem desses dados;

    (c) Direito de Retificação, que consiste no direito dos Clientes de exigirem que os seus dados sejam exatos e atuais, podendo solicitar a sua retificação junto da Easyfinance;

    (d) Direito de Eliminação (ou ao “esquecimento”), que consiste no direito dos Clientes de exigirem a eliminação dos seus dados pessoais dos registos da Easyfinance quando os mesmos deixem de ser utilizados para as finalidades para que foram recolhidos, sem prejuízo, contudo, dos prazos de retenção que por lei se imponham;

    (e) Direito de Oposição, que consiste no direito dos Clientes de se oporem, a seu pedido e gratuitamente, ao tratamento dos seus dados pessoais para efeitos de marketing direto, ou ainda quando o tratamento dos dados pela Easyfinance se fundamente no seu interesse legítimo;

    (f) Direito à Portabilidade, que consiste no direito dos Clientes de receberem os dados pessoais que tenham fornecido à Easyfinance, num formato estruturado, de uso corrente e de leitura automática, e transmitir esses dados a outro responsável pelo tratamento.

    (g) Direito à Limitação do Tratamento, que consiste no direito que os Clientes têm de, em determinadas circunstâncias, solicitarem à Easyfinance a limitação do tratamento dos seus dados, nomeadamente (i) quando contestem a exatidão dos seus dados pessoais, durante um período que permita à Easyfinance verificar a sua exatidão; (ii) se o tratamento for ilícito e o Cliente se opuser ao apagamento dos dados, solicitando, em contrapartida, a limitação da sua utilização; ou (iii) quando a Easyfinance já não precise dos dados pessoais do Cliente para fins de tratamento, mas esses dados sejam requeridos pelo Cliente para efeitos de declaração, exercício ou defesa de um direito num processo judicial;

    (h) Direito à Reclamação, que consiste no direito em apresentar, sem prejuízo de qualquer outra via de recurso administrativo ou judicial, uma reclamação a uma autoridade de controlo, em especial no Estado-Membro da sua residência habitual, do seu local de trabalho ou do local onde foi alegadamente praticada a infração, se o titular dos dados considerar que o tratamento dos dados pessoais que lhe diga respeito viola o Regulamento Geral de Proteção de Dados (Regulamento (UE) 2016/679) e demais legislação nacional aplicável. Em Portugal a autoridade de controlo é a Comissão Nacional de Protecção de Dados.

    Para o exercício de qualquer dos seus direitos, incluindo para acederem aos seus dados ou solicitarem a sua retificação, eliminação ou oporem-se ao seu tratamento nos termos da lei, os Clientes poderão dirigir-se à à Easyfinance, ou enviar e-mail para [email protected].

    Os Clientes poderão, ainda, retirar a qualquer momento o seu consentimento, quando aplicável, dirigindo-se à Easyfinance, ou enviar e-mail para [email protected]

     

    Sempre que aplicável, os Clientes têm ainda o direito a não ficar sujeitos a uma decisão tomada exclusivamente com base em tratamento automatizado, incluindo profiling, que produza efeitos jurídicos ou os afete significativamente, podendo solicitar intervenção humana, manifestar o seu ponto de vista e contestar a decisão.

     

    SEGURANÇA DOS DADOS

     

    A  Easyfinance tem implementadas diversas medidas de segurança físicas, lógicas, técnicas e organizativas, de forma a proteger os dados pessoais contra a sua difusão, perda, uso indevido, alteração, tratamento ou acesso não autorizado, bem como contra qualquer outra forma de tratamento ilícito.

     

    INFORMAÇÃO AO CONSUMIDOR

    -Ao abrigo do disposto no artigo 18.º da Lei n.º 144/2015, em caso de litígio o consumidor pode recorrer a uma Entidade de Resolução Alternativa de Litígios de consumo:

    -Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa, com o sede em Lisboa (http://www.centroarbitragemlisboa.pt/)

    -CNIACC – Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo, com sede em Braga (https://www.cniacc.pt/pt/)

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    Perguntas Frequentes

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    • A distinção reside na garantia. Com hipoteca, os custos (TAEG) são menores e os prazos maiores, mas existe o risco de perda do bem em caso de falta de pagamento. Sem hipoteca, o processo é célere, mas as condições financeiras são menos atrativas.

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