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Dicionário Financeiro e-loan - Siglas do mercado financeiro de créditos

Definição dos principais termos financeiros utilizados no mercado de créditos

Lista dos principais termos e siglas financeiras relacionados com o mercado de créditos no glossário das finanças e-loan

Perceber quais as principais siglas e termos financeiros do mercado de créditos nem sempre é uma tarefa fácil. No entanto, quando nos deparámos com alguma dificuldade é importante nunca baixarmos os braços e procurarmos sempre uma solução que nos permita resolver os nossos problemas.

Este lema é válido para todas as alturas e pode ser aplicado, quer no âmbito do mercado financeiro, quer nos desafios comuns do dia a dia. Está com dificuldades em perceber algumas siglas financeiras do mercado de créditos? Gostava de aceder a um glossário de finanças, onde conseguisse entender alguns dos principais termos financeiros sem grandes dificuldades?

A pensar em si e nas principais dúvidas dos nossos clientes, a e-loan Soluções Financeiras decidiu preparar este dicionário financeiro onde constam as principais siglas de crédito e termos financeiros utilizados no dia a dia do mercado de finanças, que nem sempre são de acessível compreensão.

Dada à impossibilidade de ter a uma lista actualizada de todas as siglas financeiras existentes no mercado de créditos, deixámos também um apelo aos nossos leitores para que subscrevam esta página de modo a receberem constantemente, em primeira mão, os novos conteúdos que forem sendo adicionados das principais siglas e termos financeiros do mercado de créditos. Do que está à espera para subscrever a nossa página? Faça-o gratuitamente.

Veja a seguir algumas das principais siglas e termos financeiros mais utilizados no mercado de créditos com o dicionário financeiro e-loan.

Dicionário Financeiro e-loan - Siglas e termos do mercado financeiro de créditos

Bem-vindo ao dicionário financeiro de créditos e-loan. Ao longo deste glossário iremos apresentar algumas das principais siglas financeiras e termos mais conhecidos no mercado de créditos.

Conheça algumas das principais siglas financeiras do mercado de créditos e fique a saber o significado de cada um destes termos financeiros.

Veja a seguir o dicionário financeiro de siglas e termos financeiros do mercado de créditos que a e-loan preparou para si.

Não se esqueça ainda de subscrever a página para receber todas as actualizações do dicionário financeiro de créditos e-loan.

Glossário de termos financeiros dos créditos

B

BDP

BDP: Banco de Portugal. Conhecido pelo Banco Central da República Portuguesa, o Banco de Portugal foi fundado a 19 de Novembro de 1846 e é o resultado da fusão entre o Banco de Lisboa e da Companhia Confiança Nacional. Actualmente apresenta-se no mercado como a instituição responsável pela supervisão prudencial das instituições e das sociedades financeiras.

Para saber mais sobre o BDP, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

C

CRC

CRC: Central de Responsabilidades de Crédito. A Central de Responsabilidades de Crédito (CRC), legalmente enquadrada pelo Decreto-Lei n.º204/ 2008, de 14 de Outubro, é um sistema de informação gerido pelo Banco de Portugal, constituído por informação recebida das entidades participantes, sobretudo instituições de crédito, sobre responsabilidades efectivas ou potenciais dos seus clientes decorrentes de operações de crédito e por um conjunto de serviços relativos ao processamento e difusão dessa informação

Para saber mais sobre o CRC, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

E

Euribor

Euribor: European Interbank Offered Rate. Em português, esta sigla pode ser traduzida como a “taxa de oferta interbancária em euros” e apresenta-se como uma das principais referências no mercado monetário da zona euro. Trata-se da indicação da taxa de juros média de empréstimos intrabancários e o seu cálculo considera as taxas dos 32 principais bancos europeus, excluindo-se os valores extremos — os 15% mais altos e os 15% mais baixos.

Para saber mais sobre o Euribor, aceda ao site oficial das taxas de Euribor.

F

FINE

FINE: Ficha de Informação Normalizada Europeia. É um documento onde estão presentes todas as informações prestadas aos clientes/contratantes, intermediários de crédito e fiadores. Permite efectuar uma perspectiva comparativa ao consumidor das condições de crédito nas várias entidades financiadoras.

Para saber mais sobre o FINE, aceda ao Decreto-Lei n.º 74-A/2017, de 23 de junho disponível no site oficial do Banco de Portugal.

I

IRS

IRS: Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares. O IRS, é um imposto directo e progressivo que tem como principal objectivo tributar de uma forma global e personalizada, o rendimento das pessoas físicas em Portugal com a adopção de um conceito amplo e de relevância de um conjunto importante de encargos e deduções de tipo pessoal e familiar.

Para saber mais sobre o IRS, aceda ao site do Portal das Finanças.

M

MTIC

MTIC: Montante total imputado ao consumidor. A sigla MTIC, corresponde à quantidade de dinheiro total que um cliente paga à instituição ao longo do período de empréstimo. Pode ser vista, como o resultado da soma do montante total do empréstimo com os custos de crédito, juros, comissões, impostos e outros encargos.

Para saber mais sobre MTIC, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

P

PARI

PARI: Prevenção de incumprimento. O PARI é um plano de prevenção que consiste num conjunto de procedimentos internos, definidos por cada instituição financeira, que ajuda a evitar que o cliente, que contraiu o empréstimo, entre em risco de incumprimento bancário.

Para saber mais sobre o PARI, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

PERSI

PERSI: Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento. O PERSI apresenta-se como um plano que deve ser levado a cabo por uma instituição financeira, quando sentir que um dos seus clientes que entrou em incumprimento bancário, tenha disponibilidade financeira para regularizar a sua situação com o banco. Algumas das soluções que poderão ser propostas do banco, são a consolidação de créditos ou a distribuição do número de prestações mensais por um maior período de tempo.

Para saber mais sobre o PERSI, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

PF

PF: Portal das Finanças. O Portal das Finanças é um site online onde poderá aceder a todas as informações como contribuinte e tratar de vários assuntos como nomeadamente o IRS.

Para saber mais sobre Portal das Finanças, aceda ao site oficial do Portal das Finanças.

T

TAE

TAE: Taxa Anual Efectiva. É a taxa que mede todos os custos associados a um determinado empréstimo, incluindo os juros e outros encargos que lhe estejam associados.

Para saber mais sobre TAE, aceda ao site do link oficial do Ministério Público.

TAEG

TAEG: Taxa Anual de Encargos Efectiva Global. A TAEG é uma variável cujo objectivo é medir o custo do empréstimo para o cliente, por ano, em percentagem do montante de dinheiro que for emprestado.

Para saber mais sobre TAEG, aceda ao artigo 11º disponível no site oficial do Diário da República Portuguesa.

TAN

TAN: Taxa Anual Nominal. A sigla financeira TAN apresenta-se como uma taxa anual que é utilizada em operações que envolvem o pagamento de juros, expressando o seu valor. Numa definição mais simplificada, a TAN é o custo associado aos juros de um empréstimo.

Para saber mais sobre TAN, aceda ao site oficial do Banco de Portugal, na categoria de Portal do Cliente Bancário.

TE

TE: Taxa de Esforço. A taxa de esforço é a percentagem do rendimento total do agregado familiar destinada ao pagamento das prestações de créditos até então contraídos.

Uma taxa de esforço saudável não deverá ultrapassar os 30%, correspondente a 1/3 do rendimento total do agregado familiar.

Para saber mais sobre TE, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

Outras siglas financeiras

A

ADC

ADC: Autorização de Débito em Conta. Consentimento expresso de um devedor transmitido a uma instituição de crédito que permite ao credor ou a um seu representante de débitos directos de montante:

Até a um determinado valor ou data, previamente, definidos na conta de depósitos à ordem aberta em seu nome nessa instituição.

Para saber mais sobre ADC, aceda ao site oficial do Banco de Portugal e procure a categoria de débitos directos.

ASF

ASF: Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões é a entidade de supervisão de seguros e de fundos de pensões em Portugal. A ASF é a autoridade nacional responsável pela regulação e supervisão, quer prudencial, quer comportamental, da actividade seguradora, resseguradora, dos fundos de pensões e respectivas entidades gestoras de mediação de seguros.

Para saber mais sobre ASF, aceda ao site oficial da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.

ATM

ATM: Automated Teller Machine. A sigla ATM corresponde a uma técnica de comunicação assíncrona de informações, disponibilizadas em forma de código digital, que utiliza a banda larga e atinge um elevado débito de transferência. Na linguagem comum, pode ser apresentado como um equipamento que permite aceder a um sistema electrónico interbancário e a vários serviços, como: levantar dinheiro ou até mesmo efectuar transferências.

Para saber mais sobre ATM, aceda ao caderno 10 do Banco de Portugal.

B

BC

BC: Banco Central. O subsector «Banco Central» agrupa todas as sociedades e quase-sociedades financeiras cuja função principal consiste em emitir moeda, manter a estabilidade externa e interna do valor da moeda nacional, e gerir a totalidade ou parte das reservas internacionais do país.

Para saber mais sobre BC, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

BCE

BCE: Banco Central Europeu. O BCE assegura que as atribuições cometidas o IRS sistema e ao SEBC sejam executadas, quer através das suas próprias actividades, quer através dos bancos centrais nacionais, nos termos dos Estatutos do Sistema Europeu de Bancos Centrais e do Banco Central Europeu. Goza de personalidade jurídica própria. É governado pelo Conselho do BCE e pela Comissão Executiva e, enquanto terceiro órgão de decisão, pelo Conselho Geral.

Para saber mais sobre BCE, aceda ao site oficial do Banco Central Europeu.

BCN

BCN: Bancos Centrais Nacionais dos Estados Membros. A sigla financeira BCN refere-se, se acordo com o disposto tratado da Comunidade Europeia, a todos os bancos nacionais que estejam sediados na União Europeia.

Para saber mais sobre BCN, entre no site oficial do Banco Central Europeu e procure pela categoria BCE, SEBC e Ecossistema.

BIC

BIC: Bank International Code. Traduzido em português como o código do banco internacional, a sigla financeira BIC corresponde a um padrão da SWIFT internacional, que normalmente é utilizado como código de identificação de instituições bancárias.

Para saber mais sobre BIC, aceda à lista de informações do Banco de Portugal.

BT

BT: Bilhetes do Tesouro. Títulos de dívida pública de curto prazo emitidos a desconto.

Para saber mais sobre BT, aceda ao site oficial da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública de Portugal.

BIS

BIS: Bank for International Settlements. A sigla BIS, pode ser traduzida em português como o Banco de Pagamentos Internacionais e trata-se de uma organização internacional que visa a promoção da cooperação monetária e financeira internacional. Considerado “o banco dos bancos centrais”, constitui um fórum privilegiado para discussão ao mais alto nível de questões relativas ao sistema financeiro internacional e ao papel dos bancos centrais.

Para saber mais sobre BIS, aceda ao site oficial do Banco de Pagamentos Internacionais.

BP | stat

BP | stat: Estatísticas Online. É um sistema de acesso online através da Internet que se encontra ligado à base de dados estatística interactiva do Banco de Portugal, possibilitando a difusão de estatísticas relevantes sobre a economia portuguesa. O seu objectivo principal consiste em facultar um acesso fácil e célere às séries estatísticas produzidas pelo Banco de Portugal.

Para saber mais sobre BP, aceda ao site oficial do ecossistema do Banco de Portugal.

C

CA

CA: Caixa Automático. Equipamento automático que permite aos titulares de cartões bancários com banda magnética ou chip, aceder a serviços disponibilizados a esses cartões, designadamente, consultar saldos e movimentos de conta, levantar dinheiro ou efectuar transferências de fundos e depositar dinheiro.

Para saber mais sobre CA, aceda à página oficial do site multibanco.

CB

CB: Cartão Bancário. É um instrumento de pagamento, sob a forma de um cartão de plástico de 5,4 x 8,6 cm, disponibilizado pela entidade emissora ao titular para que possa efectuar pagamentos, levantamentos de numerário e outras operações sobre a conta a que está associado.

Para saber mais sobre CB, aceda ao Portal do Cliente Bancário, disponível no site oficial do Banco de Portugal.

CD

CD: Cartão Dual. Cartão bancário com várias funções:

Para saber mais sobre CD, aceda ao site oficial do Banco de Portugal na categoria de Portal de Cliente Bancário.

CE

CE: Caixa Económica. Instituição de crédito associada ou pertencente a uma associação mutualista beneficente, de carácter social. As caixas económicas captam poupanças de particulares, sob a forma de depósitos, que aplicam na concessão de: empréstimos hipotecários, penhores e aquisição de títulos.

Para saber mais sobre CE, aceda ao site oficial do Banco de Portugal, na categoria de Caixa Económica.

CCAM

CCAM: Caixas de Crédito Agrícola Mútuo. São instituições de crédito de natureza bancária que possuem um estatuto próprio, não podendo praticar todo o tipo de operações bancárias mas, somente, as mais tradicionais. Destinam-se essencialmente a promover e apoiar o investimento no sector agrícola.

Para saber mais sobre CCAM, aceda ao site oficial do Crédito Agrícola.

CEF

CEF: Comité Económico e Financeiro. O CEF apresenta-se como um órgão consultivo. Criado pelo tratado que institui a Comunidade Europeia, constitui um importante quadro de diálogo entre representantes das administrações públicas, dos bancos centrais nacionais, da Comissão Europeia e do BCE. As respectivas atribuições encontram-se referenciadas no alínea f do 2º artigo do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia.

Para saber mais sobre CEF, aceda ao site oficial do Comité Económico e Financeiro.

CM

CM: Caixa multibanco. Caixa Automático pertencente à rede Multibanco.

Para saber mais sobre CM, aceda ao link do site oficial do multibanco.

CMVM

CMVM: Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. É a entidade que fiscaliza e supervisiona o funcionamento do mercado de valores mobiliários português, quer ao nível primário, como também secundário.

Para saber mais sobre CMVM, entre no site oficial do Mercado de Valores Mobiliários.

D

DF

DF: Default Risk. A sigla DF, pode ser traduzida em português como o risco padrão, e dá conta da possibilidade do emitente de determinada dívida não ter a capacidade financeira necessária para pagar juros ou capital em dívida na data e no montante prometido.

Para saber mais sobre DF, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

DO

DO: Depósito à Ordem. O DO é um termo financeiro que corresponde à operação bancária em que os bancos captam fundos, assumindo a qualidade de devedores perante quem deposita. Os fundos depositados poderão ser ou não remunerados com base numa determinada taxa de juro.

Para saber mais sobre DO, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

DP

DP: Depósito a Prazo. Operação bancária em que os bancos captam fundos, assumindo a qualidade de devedores perante quem deposita. Estes depósitos constituem uma aplicação de poupança, sendo regulados por um contracto que estabelece as condições aplicáveis (prazo, taxa de juro, penalizações por antecipação do levantamento).

Para saber mais sobre DP, aceda ao artigo 1184º disponível no site oficial do Diário da República Portuguesa.

E

EFTPOS

EFTPOS: Ver Terminal de pagamento automático (TPA).

Para saber mais sobre EFTPOS, aceda ao site oficial da EFTPOS machines.

EUR

EUR: Euro. Apresenta-se como a abreviatura da sigla financeira oficial euro, a moeda europeia que foi registada na Organização Internacional de Normalização (ISO).

Para saber mais sobre EUR, aceda ao site oficial da Comissão Europeia.

F

FGD

FGD: Fundo de Garantia de Depósitos. O Fundo de Garantia de Depósitos tem como missão garantir o reembolso do valor global dos saldos em dinheiro de cada depositante, de acordo com determinadas condições, nomeadamente quando o último não ultrapasse 100.000€ e desde que os depósitos da respectiva instituição de crédito se tornem indisponíveis.

Para saber mais sobre FGD, entre no site oficial do Fundo de Garantia de Depósitos.

FMI

FMI: Fundo Monetário Internacional. É uma organização internacional que tem como principal objectivo promover a cooperação monetária internacional, a estabilidade cambial, a promoção do crescimento económico e a prestação de assistência financeira temporária aos países, com o objectivo de facilitar ajustamentos na balança de pagamentos. As suas principais actividades, envolvem a supervisão das políticas económicas e financeiras dos países membros, regiões da economia mundial e a prestação de assistência técnica e financeira.

Para saber mais sobre FMI, entre no site oficial da Organização das Nações Unidas.

G

GB

GB: Garantia Bancária. Operação de créditos pela qual um banco se constitui como garante de execução das obrigações assumidas pelos seus clientes.

Para saber mais sobre GB, aceda ao Portal do Cliente Bancário, disponível no site oficial do Banco de Portugal.

GR

GR: Garantia Real. Aquela que confere ao credor o direito de se fazer pagar, de preferência a outros credores, pelo valor ou rendimento de certos bens do próprio devedor ou de terceiros.

Para saber mais sobre GR, aceda ao artigo 623º da secção I do Código Civil, da página oficial do Diário da República.

H

HB

HB: Home Banking. Sistema online que lhe permite aceder às suas contas e pagamentos através de aplicações web com a máxima segurança possível.

Para saber mais sobre HB, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

I

IBAN

IBAN: International Bank Account Number. Elemento de informação que permite identificar e validar, no Espaço Económico Europeu, uma conta bancária.

Para saber mais sobre IBAN, aceda ao site oficial do Banco de Portugal na categoria de sistemas de pagamentos.

ICAE

ICAE. Instrumentos de Captação de Aforro. Instrumento financeiro, com a forma jurídica de um instrumento original já existente, que tem características que não são directamente identificáveis com as do instrumento original. Em virtude de ter associados outros instrumentos cuja evolução depende, total ou parcialmente da rendibilidade, sendo o risco de investimento assumido pelo aforrador.

Para saber mais sobre ICAE, aceda ao Decreto-Lei n.º 176/95 de 26 de Julho, disponível no site oficial do Ministério das Finanças.

IFM 

IFM: Instituições Financeiras Monetárias. Estão incluídas neste sector as instituições de crédito residentes, tal como se encontram definidas no direito comunitário. Bem como, todas as instituições financeiras cuja actividade se concentre na aceitação de: depósitos, substitutos próximos de depósitos de entidades, que não sejam IFM, concessão de créditos ou realização de investimentos em títulos. Em Portugal, integram este sector os bancos, incluindo o Banco de Portugal, as caixas económicas, as caixas de crédito agrícola mútuo e os fundos do mercado monetário.

Para saber mais sobre IFM, aceda ao site oficial da República Portuguesa, na secção do Gabinete de Estratégias e Estudos.

IFNM

IFNM: Instituições Financeiras não Monetárias. Neste sector estão incluídas todas as instituições do Sector Financeiro não consideradas no sector das IFM, ou seja agrega os subsectores dos outros intermediários financeiros, dos auxiliares financeiros e das sociedades de seguros e fundos de pensões.

Para saber mais sobre IFNM, aceda ao site oficial do Banco de Portugal e procure pela categoria de IFNM.

INE

INE: Instituto Nacional de Estatística. O INE tem como missão produzir e divulgar informação estatística oficial de qualidade, promovendo a coordenação, o desenvolvimento e a divulgação da actividade estatística nacional.

Para saber mais sobre INE, aceda ao Portal do Instituto Nacional de Estatística.

L

LN

LN: Lista Negra. Lista de números, ou séries de números, de cartões suspeitos existente num sistema de cartões de pagamentos e acessível a partir do terminal do comerciante. A lista negra serve para detectar ou bloquear qualquer transacção efectuada pelos cartões nela constantes.

Para saber sobre mais LN, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

LUR

LUR: Listagem de Utilizadores de cheque que oferecem Risco. Associação constituída por entidades, singulares ou colectivas, a quem os bancos não podem fornecer módulos de cheque para movimentação de contas de depósito durante  2 anos.

Para saber mais sobre LUR, aceda ao site oficial do Banco de Portugal, na categoria restrição ao uso de cheque.

M

MBNET

MBNet: Portal de Pagamento. É um serviço do sistema bancário português que possibilita o pagamento seguro das compras na Internet, com base num cartão de débito ou de crédito. Os pagamentos podem ser efectuados em lojas virtuais nacionais ou estrangeiras que aceitem cartões VISA, AMEX ou MasterCard.

Para saber mais sobre MBNet, aceda ao site oficial da rede Multibanco.

MMI

MMI: Mercado Monetário Interbancário. Mercado informal entre bancos que realizam operações por norma a curto prazo. Os bancos com liquidez excedentária momentânea cedem fundos a uma taxa a acordar aos bancos que se encontram em situação inversa.

Para saber mais sobre MMI, procure informações no site oficial do Banco de Portugal.

N

NIB

NIB: Número de Identificação Bancária. É um elemento de informação normalizado, utilizado na identificação de contas bancárias domiciliadas em Portugal.

Para saber mais sobre NIB, aceda ao site oficial do Banco de Portugal e procure pelas siglas financeiras NIB e IBAN.

NM

NM: Notas Mutiladas. Notas não completas ou compostas por fragmentos da mesma nota.

Para saber mais sobre NM, entre no site oficial do Banco Central Europeu.

NR

NR: Notas Recirculadas. Notas usadas que após ser verificado a sua autenticidade e qualidade são entregues aos clientes.

Para saber mais sobre NR, aceda ao site oficial do Banco Central Europeu e entre na categoria “O euro”.

O

OCDE

OCDE: Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económico. Criada em 1960 e composta actualmente por 30 países membros, a OCDE constitui um fórum importante de discussão das mais variadas questões relacionadas com políticas económicas e sociais. Além disso, têm desenvolvido um trabalho muito importante na área das estatísticas, a qual acompanha também os principais desenvolvimentos económicos e sociais, a nível internacional, nos países membros e principais parceiros.

Para saber mais sobre OCDE, entre no site oficial da República Portuguesa.

Off

Off: Off`line. É o contrário de “on-line”.

Para saber mais sobre online, aceda ao seu significado no dicionário Civerdúvidas.

OIFM 

OIFM: Outras Instituições Financeiras Monetárias. O subsector das outras instituições financeiras monetárias abrange todas as sociedades e quase-sociedades financeiras, com exclusão das que se classificam no subsector do Banco Central, que se dedicam principalmente à intermediação financeira e cuja actividade consiste em receber depósitos ou substitutos próximos de depósitos da parte de unidades institucionais que não as instituições financeiras monetárias, como também conceder créditos ou a fazer investimentos mobiliários por conta própria.

Para saber mais sobre OIFM, aceda ao site oficial do Banco de Portugal, na categoria do Banco Central.

On

On: On’line. Nos sistemas de pagamentos, a sigla financeira online indica a existência de uma ligação directa a um sistema informático centralizado para efeitos de autorização ou validação antes de executar uma transacção. Online é o contrário de off´line.

Para saber mais sobre online, entre no site oficial do Banco Central Europeu.

OVI

OVI: Elemento que muda de cor. Corresponde ao valor da nota e encontra-se impresso no canto inferior direito do verso das notas de 50€, 100€, 200€ e 500€.

Este elemento é impresso com tinta de cor variável, muda de cor consoante o ângulo de observação

Para saber mais sobre OVI, aceda ao site oficial do Banco de Portugal, na categoria de elementos de Segurança.

P

PALOP

PALOP: Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Grupo de países de origem portuguesa, constituído por Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Para saber mais sobre PALOP, aceda ao site oficial do Legis Palop.

PC

PC: Papel Comercial. São títulos de dívidas emitidos por um prazo inferior a 2 anos, que só podem ser emitidos por um prazo superior a 1 ano caso se destinem à subscrição particular, caso contrário ficam sujeitos ao estabelecido no Código do Mercado de Valores Mobiliários.

Para saber mais sobre PC, aceda ao Decreto-Lei nº 181/92, de 22 Agosto, disponível no site oficial do Diário da República.

PIN

PIN: Número de identificação pessoal. Código numérico, secreto, que o dono do cartão pode precisar para fins de identificação. Nas transacções electrónicas equivale à assinatura.

Para saber mais sobre a definição oficial de PIN, aceda ao dicionário português, disponível online da infopédia.

POS

POS: Terminais de Pagamento Automáticos. Ver Terminal de Pagamento Automático (TPA).

Para saber mais sobre POS, aceda à página oficial do Multibanco.

S

SDDS

SDDS: Special Data Dissemination Standard. Em português a sigla financeira SDDS corresponde ao sistema de disponibilização da informação metodológica e estatística dos estados membros subscritores, que foi criado em 1996, pelo Fundo Monetário Internacional.

Para saber mais sobre o SDDS, aceda à página oficial do Banco Mundial.

SEBC

SEBC: Sistema Europeu de Bancos Centrais. O sistema europeu de bancos centrais é composto pelo Banco Central Europeu (BCE) e pelos bancos centrais nacionais dos Estados-Membros da União Europeia (UE). Além disso, O SEBC é também composto pelo ecossistema dos bancos centrais dos Estados-Membros que ainda não adoptaram o euro.

Para saber mais sobre SEBC, aceda ao artigo nº 1 do artigo 107º do Tratado da Comunidade Europeia.

SDD

SDD: Sistema de Débitos Cirecto. Conjunto de regras e infra-estruturas operacionais que permitem pagamentos por débito directo em conta, decorrentes de uma relação contratual que envolve um credor, um devedor e instituições de crédito respectivas.

Para saber mais sobre SDD, aceda ao site oficial no Banco de Portugal, na categoria de débitos directos.

SICAM

SICAM: Sistema Integrado do Crédito Agrícola Mútuo. Representa a quase totalidade das Caixas de Crédito Agrícola Mútuo (CCAM) nacionais. Trata-se de um organismo de natureza financeira que engloba as CCAM, bem como, as suas associações regionais e nacionais. Tem por funções a centralização dos excedentes de liquidez e a sua coordenação e gestão de forma a financiar a actividade creditícia das caixas filiadas.

Para saber mais sobre SICAM, aceda ao site oficial do Crédito Agrícola.

T

TAER

TAER: Taxa Anual Efectiva Revista. Corresponde à TAE do empréstimo com os eventuais custos associados à aquisição de produtos e serviços financeiros que o cliente tenha optado por contratar com o empréstimo de crédito habitação.

Para saber mais sobre TAER, aceda ao site oficial do Banco de Portugal.

TANB

TANB: Taxa Anual Nominal Bruta. É a taxa que é comunicada pelas instituições bancárias, e que remunera determinada aplicação. É uma Taxa Anual porque se refere ao período de um ano. É uma Taxa Nominal, porque pode não levar em conta o período efectivo da aplicação. Trata-se de uma Taxa Bruta porque não está expurgada do IRS cuja retenção é feita na fonte pelo banco.

Para saber mais sobre TANB, aceda à área do Portal do Cliente Bancário no site oficial do Banco de Portugal.

TANL

TANL: Taxa Anual Nominal Líquida. Corresponde à TANB líquida, deduzida da retenção de IRS, ou seja, aquilo que efectivamente o cliente irá receber.

Para saber mais sobre TANL, aceda à área ao site oficial do Banco de Portugal na categoria de taxas de juro.

TEI

TEI: Transferência Electrónica Interbancária. Transferência de crédito efectuada através de meios electrónicos entre contas de depósito domiciliadas em instituições de crédito diferentes.

Para saber mais sobre TEI, aceda ao site oficial da Comissão Europeia.

TPA

TPA: Terminal existente num estabelecimento comercial. É um ponto de venda que lhe permite a utilização de cartões bancários para efectuar pagamentos.

Para saber mais sobre TPA, aceda à página 3 do ao caderno 10 do Banco de Portugal.

TSC

TSC: Taxa de Serviço do Comerciante. Comissão que o comerciante paga ao banco quando realiza uma transacção que o cliente líquida com cartão. Normalmente é uma percentagem do valor da venda, embora nalguns casos possa ser um valor fixo.

Em Portugal, a TSC é diferente consoante se trate de uma  operação a débito ou a crédito e varia com o tipo de cartão e as marcas associadas.

Para saber mais sobre TSC, aceda ao site oficial do Banco de Portugal, na categoria de “Aceitação de Créditos”.

U

UE

UE: União Europeia. Instituída pelo Tratado da União Europeia, a UE é actualmente composta por 26 Estados-Membros (2021): Bélgica, Bulgária, República Checa, Dinamarca, Alemanha, Estónia, Irlanda, Grécia, Espanha, França, Itália, Chipre, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Hungria, Malta, Países Baixos, Áustria, Polónia, Portugal, Roménia, Eslovénia, Eslováquia, Finlândia, Suécia.

Para saber mais sobre a UE, aceda ao site oficial da União Europeia.

V

VN

VN: Valor Nominal. Capital titulado pela obrigação, ou seja, valor facial do título, e que com base no qual são cálculos os juros.

Para saber mais sobre VN, aceda ao site oficial do Banco de Portugal, na categoria de dívidas e financiamento.

VS

VS: Valor de Subscrição. Valor pelo qual a obrigação, é emitida em mercado primário e pode ser acima do valor nominal.

Para saber mais sobre VS, aceda ao site oficial do Portal das Finanças.

VT

VT: Valor de Transacção. Preço pelo qual a obrigação é efectivamente transaccionada em mercado secundário: VT = Vc + Juros Vencidos (AI).

Para saber mais sobre VT, aceda ao site oficial do Banco de Portugal, na categoria de transferências imediatas.

Termos financeiros dos créditos e-loan

CC

CC: Crédito Consolidado. O crédito consolidado é uma modalidade de crédito que lhe permite juntar vários créditos num só, reduzindo as suas prestações mensais até 60%, com a possibilidade de obter ainda uma redução significativa da taxa de esforço.

Para saber mais sobre CC, aceda ao site oficial e-loan e procure a categoria de consolidação de créditos.

CH

CH: Crédito Habitação. O crédito à habitação é uma modalidade de crédito que lhe permite obter um empréstimo para comprar uma casa. O objectivo principal ao contrair um empréstimo deste género está em obter uma taxa de SPREAD, o mais baixa possível.

Para saber mais sobre SPREAD de CH, aceda ao post do SPREAD no site oficial da e-loan Soluções Financeiras.

CP

CP: Crédito Pessoal. Também designado por crédito ao consumo, o crédito pessoal é uma modalidade de crédito que lhe permite obter um empréstimo barato e rápido de dinheiro sem grandes complicações.

Para saber mais sobre CP, aceda ao Guia de Crédito Pessoal preparado pela e-loan.

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Contámos consigo, tal como pode contar com a e-loan Soluções Financeiras para o ajudar a esclarecer algumas das suas principais dúvidas sobre Finanças.

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INTRODUÇÃO

O website e-loan é propriedade da Easyfinance, Lda com sede em Paço de Arcos, na Rua Armando Cortez, n 1, 5ºB, código postal: 2770-233, Paço de Arcos, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, sob o número de matrícula e de Pessoa Coletiva 510 606 172. A Easyfinance, Lda exerce a acividade de intermediação de crédito e a atividade de serviços de consultoria. Encontra-se registada junto do Banco de Portugal, e está sob a sua supervisão, no Regime Jurídico dos Intermediários de Crédito Vinculado e de Serviços de Consultoria, sob o número 1398.

 

A Easyfinance quer que se sinta familiarizado com a forma como os seus dados são recolhidos, utilizados e comunicados a terceiros pois a sua privacidade e a proteção da mesma é fulcral para a manutenção de uma relação de confiança. Assim os dados recolhidos correspondem a dados que são fornecidos pelos próprios Clientes mediante o preenchimento de formulários online, como será o caso do simulador de crédito consolidado, por forma a dar seguimento aos pedidos efetuados através do website e-loan®, a Easyfinance assegura que o seu tratamento é feito de acordo com as regras de proteção da privacidade emergentes do Regulamento (UE) 2016/679 e demais legislação nacional aplicável, bem como de acordo com os deveres de confidencialidade a que a Easyfinance se encontra sujeito nos termos do Regime Jurídico dos Intermediários de Crédito (artigo 3.º, n.º 1 do Decreto-Lei n.º 81-C/2017, de 7 de julho).

 

Esta Política descreve o tipo de dados pessoais recolhidos, como estes são utilizados e com quem são partilhados. Descreve também as práticas gerais da Easyfinance, Lda para lidar com Outras Informações (por exemplo, interesses, dados demográficos e uso de serviços) recolhidas através de ferramentas de monitorização e analíticas. Também descrevemos as medidas que tomamos para proteger as informações, as suas opções de escolha e acesso, e como poderá entrar em contacto connosco sobre práticas de privacidade.

 

Todas as suas informações pessoais recolhidas, serão usadas para o ajudar a tornar a sua visita no nosso website o mais produtiva e agradável possível. A garantia da confidencialidade dos dados pessoais dos utilizadores do website e-loan®  é importante para a Easyfinance, Lda.

O uso do website e-loan® pressupõe a aceitação deste acordo de privacidade. Podemos alterar este acordo sem aviso prévio. Deste modo, recomendamos que consulte a nossa política de privacidade com regularidade de forma a estar sempre atualizado. 

 

ENTIDADE RESPONSÁVEL PELO TRATAMENTO

 

A entidade responsável pelo tratamento é Easyfinance na medida em que é o responsável pela determinação das finalidades e dos meios de tratamento dos dados pessoais dos seus Clientes/Utilizadores. 

 

ENCARREGADO DA PROTEÇÃO DE DADOS

 

Para obter qualquer esclarecimento relacionado com a presente Política de protecção de dados e Cookies, os titulares dos dados (Cliente) podem enviar uma carta ao cuidado de “Easyfinance – para a Rua Armando Cortez, n 1, 5ºB, código postal: 2770-233, Paço de Arcos, ou através do seguinte endereço eletrónico: [email protected]

 

Os clientes poderão, ainda, caso o pretendam apresentar reclamações ou pedidos de informação junto da Comissão Nacional de Protecção Dados, que é a autoridade de controlo nacional para efeitos do Regulamento Geral de Protecção de Dados e da lei nacional aplicável.

 

TIPO DE DADOS TRATADOS

 

Os dados pessoais recolhidos correspondem aos dados de identificação, de filiação, de morada, de crédito, profissionais, de património e financeiros (remunerações auferidas ou responsabilidades no sector financeiro) que são fornecidos pelos próprios Clientes mediante o preenchimento de formulários.

 

DADOS PESSOAIS OBRIGATÓRIOS

 

Nos termos da Lei de Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo o estabelecimento de uma qualquer relação de negócio, como por exemplo no decorrer da  relação comercial entre o cliente e a Easyfinance para efeitos de obrigações pré-contratuais e e formalização do processo de contratação de uma operação de crédito, estão condicionadas à recolha e tratamento dos seguintes dados de identificação e respetivos comprovativos: (i) nome completo; (ii) assinatura; (iii) data de nascimento; (iv) nacionalidade constante do documento de identificação; (v) tipo, número, data de validade e entidade emitente do documento de identificação; (vi) número de identificação fiscal ou, quando não disponha de número de identificação fiscal, o número equivalente emitido por autoridade estrangeira competente; (vii) profissão e entidade patronal, quando existam; (viii) endereço completo da residência permanente e, quando diverso, do domicílio fiscal; (ix) naturalidade; e (x) outras nacionalidades não constantes do documento de identificação. Por outro lado, a contratação de crédito pelos consumidores, ou seja por pessoas singulares que contratem com objetivos alheios à sua atividade comercial ou profissional, está sujeita, nos termos da lei (Decreto-Lei nº 133/2009 e Decreto –Lei nº 74-A/2017), à prévia avaliação, da solvabilidade do Cliente que solicita crédito. A avaliação da solvabilidade obriga, nos termos do Aviso nº 4/2017, a recolher e tratar, pelo menos, os seguintes dados pessoais dos Clientes: (i) idade e situação profissional do Cliente; (ii) rendimentos auferidos pelo Cliente; (iii) despesas regulares do Cliente; e (iv) cumprimento das obrigações assumidas pelo Cliente noutros contratos de crédito, junto das instituições de crédito.

 

DADOS OBTIDOS DE ENTIDADES PARCEIRAS

 

A Easyfinance obtém dados das entidades parceiras, referentes (i) análise de solvabilidade que é efetuada ao cliente por parte dos parceiros, (ii) dados referentes à pré aprovação do processo (FINE), (iii) dados referentes ao cross-selling, (iv) dados referentes aos seguros, (v) dados referentes à avaliação do imóvel. Quando o processo segue para formalização obtém dados (i) referentes à carta de aprovação (FINE final), (ii) dados referentes à minuta, (iii) dados referentes à data de escritura, (iv) dados referentes ao contrato de crédito.

 

FINALIDADES DO TRATAMENTO

 

Os dados pessoais recolhidos são tratados para as seguintes finalidades:

(a) Gestão das relações comerciais, pré-contratuais, contratuais entre os Clientes particulares e os parceiros financeiros, e a aquisição de seguros de entidades de que a Easyfinance seja o agente;

(b) A avaliação comercial e/ou de risco de operações de crédito a intermediar;

(c) Ações de Marketing de produtos e/ou serviços através de correio eletrónico, carta ou telemarketing;

(d) O cumprimento de obrigações regulatórias, relacionadas, nomeadamente com a prevenção e controlo da fraude, com o combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo ou com obrigações em matéria fiscal;

(e) Ações de recuperação de crédito ou a intervenção em processos de insolvência ou de qualquer outra natureza tendo em vista o exercício ou a defesa dos direitos dos credores ou prestador de serviços financeiros;

(f)  Utilização de cookies para melhorar a navegação nos canais digitais e adequação ao dispositivo que é utilizado (computador ou equipamento móvel) pelo Cliente;

(g) Personalização da informação dos Clientes/Utilizadores nos canais digitais;

(h) Gestão de processos que tratam de reclamações;

(i) Apresentação de propostas comerciais a Potenciais Clientes;

(j) Tratamento e prestação de informação obrigatória e resposta a pedidos das entidades reguladoras (e.g. Banco Central Europeu e Banco de Portugal) no âmbito do cumprimento de obrigações legais em vigor, bem como em resposta a pedidos de autoridades públicas (e.g. Tribunais e Polícia)

 

CANAIS DIGITAIS E UTILIZAÇÃO DE COOKIES

 

Conforme já referido, o website e-loan®, procede à recolha e ao tratamento dos dados pessoais necessários à disponibilização e seu funcionamento, garantindo, no entanto, adequados níveis de segurança e de proteção dos dados pessoais dos Clientes/Utilizadores.

 

O website e-loan® utiliza cookies, entendendo-se como tal pequenos ficheiros de texto com informação relevante que o dispositivo de acesso (computador, telemóvel/smartphone ou tablet) carrega, através do navegador de internet (browser), quando o Cliente/Utilizador visita o website.

 

Os Cookies que utiliza permitem melhorar o desempenho e a experiência de navegação dos seus Clientes/Utilizadores, aumentando, por um lado, a rapidez e eficiência de resposta e, por outro, eliminando a necessidade de introduzir repetidamente as mesmas informações. A colocação de cookies não só ajuda o Website a reconhecer o dispositivo do Cliente/Utilizador na próxima vez que este o visita, mas também será imprescindível para o funcionamento do mesmo. Os cookies usados não recolhem informações pessoais que permitam identificar o Cliente/Utilizador, guardando apenas informações genéricas, designadamente a forma ou local/país de acesso do Cliente/Utilizador e o modo como usam os Websites, entre outros. Os cookies retêm apenas informação relacionada com as preferências dos Clientes/Utilizadores. O Cliente/Utilizador pode, a qualquer momento e através do seu navegador de internet (browser), decidir ser notificado sobre a receção de cookies, bem como bloquear a respetiva entrada no seu sistema. Alerta-se para o facto da recusa de uso de cookies poderá resultar no website e-loan® não funcionar corretamente.

 

O website e-loan®, utiliza diferentes tipos de cookies, conforme a seguir descrito:

(i) Cookies essenciais – alguns cookies são essenciais para aceder a áreas específicas dos Websites, permitindo a navegação e a utilização das suas aplicações, tal como o acesso a áreas seguras do site, através de login. Sem estes cookies, os serviços que o exijam não podem ser prestados;

(ii) Cookies de funcionalidade – os cookies de funcionalidade permitem relembrar as preferências do utilizador relativamente à navegação nos Websites, não necessitando, assim, de o reconfigurar e personalizar cada vez que o visita;

(iii) Cookies analíticos – Estes cookies são utilizados para analisar a forma como os utilizadores usam os Websites, permitindo destacar artigos ou serviços que podem ser do interesse dos utilizadores, e monitorizar o desempenho dos sites, conhecendo quais as páginas mais populares, qual o método de ligação entre páginas que é mais eficaz ou para determinar a razão de algumas páginas estarem a receber mensagens de erro. Estes cookies são utilizados apenas para efeitos de criação e análise estatística, sem nunca recolher informação de carácter pessoal. Assim, o website e-loan®, pode fornecer uma experiência de elevada qualidade ao personalizar a sua oferta e, rapidamente, identificar e corrigir quaisquer problemas que surjam.

 

Também quanto à validade existem dois tipos de cookies:

 

(i) Cookies permanentes – são cookies que ficam armazenados nos dispositivos de acesso (computador, telemóvel, smartphone ou tablet), ao nível do navegador de internet (browser), e são usados sempre que o Cliente/Utilizador visita novamente o website e-loan®. Em geral, são usados para direcionar a navegação de acordo com os interesses do utilizador, permitindo prestar um serviço mais personalizado;

(ii) Cookies de sessão – são cookies temporários, que são gerados e estão disponíveis até encerrar a sessão. Da próxima vez que o Cliente/Utilizador aceder ao seu navegador de internet (browser) os cookies já não estarão armazenados. A informação obtida permite gerir as sessões, identificar problemas e fornecer uma melhor experiência de navegação. Os Clientes/Utilizadores poderão desativar parte ou a totalidade dos cookies a qualquer momento. Devem, para tal, seguir as instruções apresentadas na página “Gerir o uso de cookies”. Ao desativar os cookies o website e-loan® poderá não funcionar corretamente.

 

A Easyfinace poderá ainda utilizar cookies na abertura das newsletters/emails, para fins estatísticos, e que permitem saber se são abertas e verificar os cliques através de links ou anúncios dentro da newsletter. O Cliente/Utilizador tem sempre a possibilidade de desativar o envio das newsletters/correio eletrónico através da opção específica no rodapé das mesmas.

 

DESTINATÁRIOS DOS DADOS

 

A Easyfinance, no âmbito da sua atividade recorre a bancos, instituições de Crédito, empresas de seguros ou outros terceiros por forma a concluir a operação de crédito, ou alternativamente para propor outros serviços que possam ser convenientes aos seus Clientes, com este objectivo e com o consentimento dos Clientes, poderá transferir para esses parceiros comerciais, os dados dos seus Clientes.

 

Por outro lado, a Easyfinance  estabelece parcerias comerciais com determinadas entidades nos termos das quais são atribuídas vantagens ou benefícios aos seus Clientes, nestes casos e com o prévio consentimento expresso dos Clientes, a Easyfinance poderá transferir para esses parceiros comerciais dados dos seus Clientes com o objetivo destes lhes dirigirem ofertas relacionadas com os produtos/serviços por eles comercializados.

 

Em qualquer caso, aos Clientes da Easyfinance assiste sempre o direito de retirarem o seu consentimento à transferência dos dados.

 

A Easyfinance assegura que nestas circunstâncias adota todas as medidas técnicas e organizativas consideradas adequadas de forma a assegurar que as entidades subcontratadas que tenham acesso aos dados são reputadas e oferecem as mais elevadas garantias a este nível, e que garantem o cumprimento da legislação aplicável em matéria de privacidade e proteção dos dados dos Clientes, incluindo no que ao exercício de direitos dos titulares dos dados diz respeito.

 

PRAZO DE CONSERVAÇÃO DOS DADOS

 

O tratamento dos dados manter-se-á na medida do necessário para o cumprimento das disposições legais e contratuais aplicáveis, nomeadamente das que decorrem do estabelecimento de relações com os seus Clientes.

 

Os prazos de conservação dos dados são limitados ao mínimo,  a Easyfinance poderá manter os dados pessoais por um período superior à relação com o Cliente, com base em interesses legítimos que o fundamentem, bem como para fazer face às obrigações legais e regulamentares aplicáveis à Easyfinance ou para defesa em processos judiciais.

 

Com efeito, terminada a relação comercial, os dados pessoais dos seus clientes manter-se-ão pelos prazos legais obrigatórios ou até que prescrevam, nos termos da lei, os direitos delas emergentes.

 

DIREITOS DOS TITULARES DE DADOS PESSOAIS

 

Nos termos da lei aplicável, aos Clientes, titulares de dados pessoais, assistem os seguintes direitos:

 

(a) Direito de Informação, que consiste no direito dos Clientes em serem informados pela Easyfinance, entre outros aspetos, sobre a finalidade do tratamento dos dados, a quem podem os mesmos ser comunicados, quais os direitos que lhes assistem e em que condições os podem exercer, bem como quais os dados que têm de fornecer obrigatoriamente;

(b) Direito de Acesso, que consiste no direito dos Clientes de acederem aos respetivos dados pessoais que tenham por si sido fornecidos, sem restrições, sem demoras ou custos excessivos, bem como saber quaisquer informações disponíveis sobre a origem desses dados;

(c) Direito de Retificação, que consiste no direito dos Clientes de exigirem que os seus dados sejam exatos e atuais, podendo solicitar a sua retificação junto da Easyfinance;

(d) Direito de Eliminação (ou ao “esquecimento”), que consiste no direito dos Clientes de exigirem a eliminação dos seus dados pessoais dos registos da Easyfinance quando os mesmos deixem de ser utilizados para as finalidades para que foram recolhidos, sem prejuízo, contudo, dos prazos de retenção que por lei se imponham;

(e) Direito de Oposição, que consiste no direito dos Clientes de se oporem, a seu pedido e gratuitamente, ao tratamento dos seus dados pessoais para efeitos de marketing direto, ou ainda quando o tratamento dos dados pela Easyfinance se fundamente no seu interesse legítimo;

(f) Direito à Portabilidade, que consiste no direito dos Clientes de receberem os dados pessoais que tenham fornecido à Easyfinance, num formato estruturado, de uso corrente e de leitura automática, e transmitir esses dados a outro responsável pelo tratamento.

(g) Direito à Limitação do Tratamento, que consiste no direito que os Clientes têm de, em determinadas circunstâncias, solicitarem à Easyfinance a limitação do tratamento dos seus dados, nomeadamente (i) quando contestem a exatidão dos seus dados pessoais, durante um período que permita à Easyfinance verificar a sua exatidão; (ii) se o tratamento for ilícito e o Cliente se opuser ao apagamento dos dados, solicitando, em contrapartida, a limitação da sua utilização; ou (iii) quando a Easyfinance já não precise dos dados pessoais do Cliente para fins de tratamento, mas esses dados sejam requeridos pelo Cliente para efeitos de declaração, exercício ou defesa de um direito num processo judicial;

(h) Direito à Reclamação, que consiste no direito em apresentar, sem prejuízo de qualquer outra via de recurso administrativo ou judicial, uma reclamação a uma autoridade de controlo, em especial no Estado-Membro da sua residência habitual, do seu local de trabalho ou do local onde foi alegadamente praticada a infração, se o titular dos dados considerar que o tratamento dos dados pessoais que lhe diga respeito viola o Regulamento Geral de Proteção de Dados (Regulamento (UE) 2016/679) e demais legislação nacional aplicável. Em Portugal a autoridade de controlo é a Comissão Nacional de Protecção de Dados.

Para o exercício de qualquer dos seus direitos, incluindo para acederem aos seus dados ou solicitarem a sua retificação, eliminação ou oporem-se ao seu tratamento nos termos da lei, os Clientes poderão dirigir-se à à Easyfinance, ou enviar e-mail para [email protected].

Os Clientes poderão, ainda, retirar a qualquer momento o seu consentimento, quando aplicável, dirigindo-se à Easyfinance, ou enviar e-mail para [email protected]

 

SEGURANÇA DOS DADOS

 

A  Easyfinance tem implementadas diversas medidas de segurança físicas, lógicas, técnicas e organizativas, de forma a proteger os dados pessoais contra a sua difusão, perda, uso indevido, alteração, tratamento ou acesso não autorizado, bem como contra qualquer outra forma de tratamento ilícito.

 

INFORMAÇÃO AO CONSUMIDOR

-Ao abrigo do disposto no artigo 18.º da Lei n.º 144/2015, em caso de litígio o consumidor pode recorrer a uma Entidade de Resolução Alternativa de Litígios de consumo:

-Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa, com o sede em Lisboa (http://www.centroarbitragemlisboa.pt/)

-CNIACC – Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo, com sede em Braga (https://www.cniacc.pt/pt/)

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