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Comprar ou arrendar em 2019?

É uma dúvida que ainda persiste na cabeça de todos os portugueses, que desde há uns anos para cá vivem uma bolha imobiliária.

Os preços continuam altos para ambas situações devido a várias circunstâncias do mercado.

A procura excessiva para a oferta fazem desequilibrar a balança nos centros urbanos, obrigando as pessoas muitas vezes a deslocarem-se para zonas limítrofes, onde os proprietários acabam por se aproveitar desta situação, inflacionando os valores dos imóveis também nessas zonas.

As notícias não são famosas para os  compradores ou inquilinos, pois a tendência é que os preços continuem nestes valores exorbitantes e até mesmo impensáveis.

Como anunciava o Diário de Notícias em Maio do ano passado, um apartamento T0 em Alfama anunciado como T1 com apenas 15m2, custava 150.000 euros. “Um negócio para estrangeiros” , noticiavam na altura.

Lisboa e Porto são as cidades fenómeno, tendo os valores de venda aumentado mais de 20% segundo o Instituto Nacional de Estatística. O preço médio de arrendamento por m2 em Lisboa é 2,581.00 euros e no Porto baixa para um pouco mais da metade.

No arrendamento, os valores são também absurdos na ordem dos 1,000.00 euros na Capital e dos 700,00 euros no Porto.

No final , arrendar acaba “tecnicamente” por custar mais do que comprar, com a agravante de não estar a criar valor para o próprio , mas para o proprietário.

As notícias são de estabilidade. Os preços não vão aumentar e há  melhores oportunidades de arrendamento ou compra no mercado de usados, cujos preços poderão até mesmo descer , fruto da procura pelos milhares de novos imóveis que estavam em construção, mas agora já em fase de acabamento.