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China intensifica pressão sobre o dólar com venda de títulos e reforço das reservas de ouro

A China voltou a agitar os mercados financeiros internacionais ao acelerar a venda de títulos do Tesouro norte-americano, numa estratégia que tem como efeito prático a diluição do valor do dólar e o fortalecimento relativo das suas reservas em ouro. O movimento, que se insere num contexto de ajustamento geopolítico e económico mais amplo, reflete a crescente vontade de várias economias em reduzir a sua dependência dos Estados Unidos.

China intensifica pressão sobre o dólar com venda de títulos e reforço das reservas de ouro

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Mais do que um processo formal de desdolarização, esta tendência evidencia uma reconfiguração gradual das reservas estratégicas de muitas nações, sobretudo no chamado Sul Global, que procura maior autonomia face à política monetária norte-americana. A China tem sido o caso mais visível, conjugando a redução da sua exposição ao dólar com a consolidação do ouro como pilar da sua política de reservas.

De acordo com dados do World Gold Council (WGC), os bancos centrais adquiriram 863,3 toneladas de ouro em 2025, mantendo o ritmo acima da média histórica observada antes de 2022, quando a procura disparou mais de 100%. A Polónia destacou-se como o maior comprador formal, ultrapassando as próprias reservas do Banco Central Europeu. Logo atrás surgem o Cazaquistão, o Brasil, a Turquia e o Azerbaijão, que reforçaram as suas posições no metal precioso. Em sentido inverso, Singapura, Rússia e Jordânia realizaram vendas líquidas.

Analistas interpretam este reposicionamento como parte de uma estratégia de longo prazo que visa reduzir a vulnerabilidade dos países emergentes a choques cambiais e ao peso do dólar nas transações internacionais. No caso da China, o movimento adquire contornos políticos e estratégicos, consolidando a ambição de Pequim em afirmar o yuan como alternativa viável nas trocas globais e nos mercados de matérias-primas.

O reforço da posição chinesa surge ainda num momento de incerteza quanto à trajetória da economia norte-americana e à política monetária da Reserva Federal, fatores que têm incentivado outros bancos centrais a diversificar as suas carteiras e a procurar ativos considerados mais estáveis e universais.

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